Símbolos da cidade de Pinheiro, a bandeira e brasão impelem respeito e austera reverência 

Símbolos da cidade de Pinheiro, a bandeira e brasão impelem respeito e austera reverência 

19 de julho de 2022 0 Por blogh

A BANDEIRA E BRASÃO DE PINHEIRO

Por: Mauricio Gomes, APLAC

 

Símbolos da cidade de Pinheiro, a bandeira e brasão impelem respeito e austera reverência.

A bandeira, instituída pela Lei Municipal nº 441/1973, nasceu de um concurso promovido em 1973, entre as escolas da cidade, pelo então prefeito Filadelfo Mendes Filho, Dedeco Mendes, vencendo o modelo do Colégio Pinheirense, de autoria do então aluno Manoel da Conceição Silva. Compõem-se de três listras horizontais, nas cores vermelho banco e preto, sobrepostas por um losango verde, tendo ao cento uma ameia com uma palmeira de babaçu no âmago.

 

O Brasão, instituído pela Lei 748/1986, de autoria do professor Nelson de Jesus Nogueira Nunes, constitui-se da ameia existente na bandeira, divida ao meio, ficando à esquerda a palmeira e à direita, na parte superior, as cores, verde e amarelo dispostas em dois triângulos escalenos que juntos formam um retângulo, abaixo do qual o espaço é preenchido por três listras horizontais nas cores vermelho, branco e preto.

Ambos os autores, da bandeira e do brasão, são acadêmicos da APLAC, o que dá a Academia autoridade para se pronunciar e denunciar excessos, inclusive por ser uma das poucas instituições que conserva em seu salão nobre, o pavilhão municipal instituído em Lei.

 

A bandeira é vilipendiada à luz do dia, na fachada dos órgãos públicos, em desfiles cívicos. Uma farsa, nascida da ignorância e da Internet, ocupa o lugar da verdadeira, apresentando ao centro um brasão distorcido do brasão oficial da cidade. Ademais, embora apresentem semelhanças, o centro da bandeira e o brasão oficiais são distintos.

Extirpar o erro é tarefa árdua, mas ficar “deitado eternamente em berço esplêndido” ou em silêncio é muito pior; é consentir com o erro e endossar o desrespeito aos símbolos municipais desse “Lugar das Aguas”, Princesa da Baixada, Cidade de Verdes Campos, Canaã do Pericumã.

 

Poucos pinheirenses sabem o hino municipal; o erro que ultraja a bandeira é só mais uma constatação da falta de civismo que há muito flagela a cidade, o estado e a nação. Mas é preciso bradar ao presente para que até no futuro ecoe esse grito em defesa do justo e do certo.

 

“VIVE PINHEIRO AINDA”.