TÉCNICO DO DNOCS, ACOMPANHADO DO VEREADOR JOÃO MORAIS, VISITA COMPORTA DO PERICUMÃ

Após ordem judicial dando prazo de 60 dias para o DNOCS tomar providências na recuperação da barragem da comporta sob pena do não cumprimento o órgão vim a ser punido com multa diária de cem mil reais, os técnicos estiveram in loco, acompanhados pelo vereador João Morais. Segundo os funcionários todas as providências necessárias estão sendo tomadas para o imediato início das obras.

Por blogh 12 de julho de 2019 0

CUBANO DESEMPREGADO NO PIAUÍ TENTA VAGA DE GARI, MAS É RECUSADO POR SER MÉDICO

Um grupo de 48 médicos cubanos que decidiu ficar no Piauí depois que o governo de Cuba decidiu se desligar do Programa Mais Médicos, do governo brasileiro, está desempregado e enfrentando dificuldades para se manter no estado. Um deles, Raymel Kessel, 39 anos, contou ao G1 que tentou vaga de gari, mas não foi admitido porque tem formação em medicina.

Raymel chegou à cidade de Ilha Grande em 2014 e contou ao G1 que foi bem acolhido pela população da cidade, mas mesmo sendo querido, não consegue emprego.

“Não é fácil achar emprego porque quando colocamos no currículo que somos médicos, ninguém quer nos contratar. Eu até procurei trabalhar no carro de lixo e não foi aceito porque diz que médico não faz esse tipo de trabalho”, lamentou.

Raymel Kessel atuava como médico na cidade de Ilha Grande — Foto: Arquivo Pessoal
Raymel Kessel atuava como médico na cidade de Ilha Grande — Foto: Arquivo Pessoal

Após quatro anos e meio trabalhando como médico na rede de atenção básica do município de Ilha Grande, no Litoral do Piauí, Raymel se casou com uma piauiense e é pai de um menino brasileiro, e por isso decidiu ficar no Brasil. “Me sinto parte da Ilha Grande, me sinto filho daqui”, afirmou o médico.

Alguns cubanos formaram família com mulheres piauienses e relatam estarem passando por necessidades financeiras para sustentar os filhos. Os médicos aguardam realização do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida) para retornar aos postos de saúde e hospitais.

No entanto, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável por aplicar a prova, disse que “não há ainda o cronograma para a próxima edição do Revalida”.

“Estou desesperado. Não tem o exame do Revalida desde o ano 2017 e estamos privados de trabalhar como médicos há sete meses. Estamos aguardando há meses por uma MP do governo que nos permita trabalhar até fazer o exame de Revalida, mas nada de MP e nada de Revalida”, declarou Raymel Kessel.

O Ministério da Saúde estima que cerca de dois mil cubanos ficaram no país após o fim do programa. O Ministério informou ao G1 que “trabalha na elaboração de um novo programa para ampliar a atenção primária”. Disse, ainda, que está discutindo “alternativas para o exercício profissional” dos médicos de Cuba.

Raymel Kessel tem ocupado seus dias distribuindo perfis profissionais em diversos estabelecimentos comerciais e os instrumentos de trabalho que mais gostava de usar, um estetoscópio e um aferidor de pressão, estão guardados.

A esperança de Raymel agora é chegada do mês de agosto, período em que, segundo do jornal “O Estado de S. Paulo”, o governo deverá editar uma medida provisória para alterar o programa Mais Médicos e manter os médicos cubanos trabalhando no Brasil.

Por blogh 12 de julho de 2019 0

REPRESENTANTES DIVERGEM SOBRE GARANTIAS NO ACORDO DE ALCÂNTARA

Instalações do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados discutiu nesta quinta-feira (10) o acordo de salvaguardas tecnológicas Brasil-Estados Unidos envolvendo a base espacial de Alcântara. As diferentes representações discordaram bastante sobre os termos e os procedimentos tanto para a celebração do termo quanto acerca do que será feito antes ou a partir dela.

As principais diferenças giraram em torno de três pontos. O primeiro está ligado à natureza do acordo e à transparência das informações. O segundo diz respeito a que tipo de proteções sociais serão asseguradas às comunidades quilombolas da região da base. E o terceiro envolve, em existindo tais garantias, se elas devem ser resolvidas antes ou a posteriori.

Representantes de comunidades quilombolas e de órgãos públicos presentes apontaram falta de informações claras sobre os termos do acordo. “Temos um histórico já de várias tentativas não só da DPU (Defensoria Pública da União) mas do Ministério Público de provocações formais a diferentes ministérios que ou não são respondidas ou são respondidas de maneira genérica, quando não com informações trocadas”, reclamou o representante da Defensoria Pública da União na audiência, Yuri Costa.

O Chefe da Divisão do Mar, da Antártida e do Espaço do Ministério das Relações Exteriores, Rodrigo Almeida, esclareceu que o acordo consiste em um instrumento com regras para as operações de lançamento do centro espacial de Alcântara que envolvam a utilização de tecnologia dos EUA, com obrigações para a proteção desta.

A procuradora federal dos direitos do cidadão do Ministério Público Federal, Débora Duprat, destacou que por mais que o objeto seja a proteção de tecnologia estadunidense ele terá impacto sobre as comunidades. “Ele vai tornar a base operável. E ele vai gerar necessidade de definir espaços, o que ninguém sabe, e aí a ameaça sobre as comunidades. É uma zona de incerteza que não é justo que comunidades próximas não tenham noção do que pode acontecer a partir da assinatura deste acordo”, comentou.

O acordo precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional para ter efetividade. A proposta é analisada no momento pela Câmara dos Deputados em três comissões. Caso tenha a votação favorável dos parlamentares na casa, deverá ser apreciada pelo Senado Federal.

Salvaguardas sociais

Representantes diferentes de comunidades do local apresentaram a necessidade de estabelecer salvaguardas para os quilombolas da região, especialmente a obtenção da titulação de suas áreas. “Não somos contra o acordo e o avanço tecnológico, o que não aceitamos é mais remoção de família e expansão da área. Se o acordo não diz que não tem expansão, por que o governo não tem coragem de dar o título daquelas comunidades?”, indagou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras rurais de Alcântara, representando a Comunidade Quilombola Mamuna de Alcântara/MA, Antônio Marcos Diniz.

Já o Coordenador-Geral do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (MABE), Leonardo dos Anjos, manifestou-se contrário em razão das incertezas sobre as garantias para as comunidades. “Somos contra o projeto da base espacial. Não vamos aceitar expansão nem consolidação. Queremos a titulação da nossa terra e não remanejamento de família. Vamos pra onde?”, opinou.

O tenente-brigadeiro do ar Carlos Almeida Júnior, representante do Ministério da Defesa, admitiu não saber qual é a “solução para Alcântara”. Mas ponderou que, a despeito do acordo não ser o que o país queria, os questionamentos não podem inviabilizar a sua aprovação. “Nós não podemos condicionar a tramitação e aprovação deste acordo às questões de titulação de terra quilombola ou de quaisquer outros se, porque estaremos perdendo a nova oportunidade”, declarou.

O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Maranhão, Davi Telles, assinalou que a solução das demandas das comunidades está diretamente vinculada à definição do acordo. “O governo do Maranhão é favorável [ao acordo]. Por outro lado, não é uma questão separada as salvaguardas sociais. Em relação a estas, este é o momento propício para que essa discussão seja retomada e os passivos históricos das comunidades sejam debatidos”, defendeu.

Cronograma

O Presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB) e representante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Carlos Augusto Moura, avaliou que a solução dos passivos teria que ocorrer em um momento posterior. “O acordo de salvaguarda é um passo inicial, não garante nada. A partir dele podemos o que é viável ou não, conversar com interessados e partir para a implantação”, pontuou.

A Coordenadora Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), Celia Pinto, afirmou que os quilombolas não são contra o acordo, mas que ele não pode ser assinado sem as proteções serem garantidas antes.

“Mas ninguém nos garante que se não tiver garantias antes do acordo ser assinado essas sejam respeitadas. Será que depois de amanhã essa área não será insuficiente para que a base possa operar para gerar os retornos que vocês almejam? E aí, quem garante que vão voltar atrás para a gente rediscutir novamente a ampliação deste espaço? Não vamos assinar acordo sem saber o que está por trás”, questionou.

O secretário de Direitos Humanos do Governo do Maranhão, Francisco Conceição, destacou que a legislação brasileira exige consulta prévia às comunidades tradicionais em iniciativas com impacto sobre elas. Segundo ele, há a necessidade de realizar “uma consulta conforme protocolos previstos e possibilitar modos pacíficos e negociados de resolução de conflitos”.

Por blogh 12 de julho de 2019 0

VEREADOR JOÃO MORAIS ACOMPANHA CONSTRUÇÃO DE IGREJA NA COMUNIDADE JUÇARA

O vereador das comunidades, João Raimundo Morais, esteve nos últimos dias acompanhando a construção da Igreja de São José no povoado Juçara, no Gama. A obra é fruto de uma parceria entre o vereador e a Paróquia de Santo Inácio.

Nas redes sociais o parlamentar se pronunciou relembrando trechos da biblia: “Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo.”

Disse Madre Teresa de Calcutá ” mãos que ajudam são mais Santas que as que rezam.”

Por blogh 11 de julho de 2019 0

Após revisão poligonal, Porto do Itaqui terá área ampliada

Até o final deste ano, conforme o Ministério da Infraestrutura, o Porto do Itaqui terá ampliada a área sob jurisdição da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), com base na revisão de sua poligonal. Isso significa fortalecer o papel da Autoridade Portuária e atrair mais investimentos privados para o porto público do Maranhão. O anúncio foi feito pelo ministro Tarcísio Freitas, no último dia 5, durante cerimônia de assinatura de portaria que reorganiza as áreas poligonais de 16 portos no Brasil.

O processo para reorganização das poligonais dos portos brasileiros começou em 2013, para adequação à Lei 12.815/2013, atual Lei dos Portos no Brasil. A EMAP apresentou, em 2015, o estudo técnico para embasar o Governo Federal das informações necessárias à revisão da poligonal do Porto do Itaqui. As poligonais são as áreas delimitadas que compreendem as instalações portuárias e a infraestrutura de proteção e de acesso ao porto organizado.

O secretário Nacional de Portos e Transportes Aquaviários (SNTPA), Diogo Piloni, informou que as contribuições das autoridades portuárias foram de extrema importância para a revisão das propostas. “Em todos os processos a SNTPA acatou, de forma democrática, uma ou mais modificações provenientes das centenas de interessados que participaram do processo”, afirmou.

Especificamente sobre o Porto do Itaqui, Piloni disse que “a redefinição da poligonal atende às demandas de crescimento do porto público, contribuindo com a geração de novos negócios e a concretização de investimentos privados esperados pela comunidade portuária”.

“A redefinição da poligonal já está sendo esperada por nós e é parte importante para que possamos colocar em prática o conjunto de inovações que integram o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto do Itaqui, cuja atualização entregamos em 26 de junho à Secretaria Nacional de Portos”, afirmou o diretor de Operações e Planejamento do Porto do Itaqui, Jailson Luz.

O estudo prevê avanços de gestão e operacionais, proposição de investimentos portuários e em acessos, reorganização de áreas do porto organizado e ações ambientais.

A atualização do PDZ do Itaqui (a última foi feita em 2012) atende às recomendações do Governo Federal, de acordo com o Planejamento do Setor Portuário Nacional, que tem base no Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), Plano Geral de Outorgas (PGO) e ainda no Plano Mestre e no planejamento estratégico já em vigor no porto público maranhense.

O Governo do Maranhão também abriu uma frente para atração de negócios voltados às atividades do Porto do Itaqui. Com a criação do Complexo Industrial e Portuário do Maranhão, aprovado em abril deste ano pela Assembleia Legislativa, a EMAP passará a administrar novas áreas destinadas à iniciativa privada, tornando-se a maior indutora de negócios para o desenvolvimento do Maranhão. O plano é oferecer opções de logística de transporte multimodal de cargas, atraindo investimentos e gerando mais emprego e renda para o Estado.

Menos burocracia

Ao assinar portaria de reorganização de poligonais de 16 portos brasileiros na última semana, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, explicou que a revisão “vai simplificar as operações, reduzir a burocracia, dando incentivo para que a iniciativa privada realize investimentos”, afirmou. “A definição das poligonais representa, no final das contas, segurança jurídica para que os investimentos aconteçam mais rapidamente, gerando mais emprego e mais eficiência para o setor, o que contribui para a produtividade”, completou.

O próximo lote de revisões de poligonais a serem publicadas pelo Ministério da Infraestrutura inclui, além do Porto do Itaqui, os portos de Santos (SP), Imbituba (SC), Rio Grande (RS), Itaqui (MA), Suape (PE) e Manaus (AM).

Por blogh 11 de julho de 2019 0

Jovem morre ao cair de van durante assalto no Maranhão

Uma jovem identificada como Mikaelly Ashlley Rodrigues, de 18 anos, morreu na noite de quarta-feira (10), na MA-201, também conhecido como “Estrada de Ribamar”, situada na Região Metropolitana de São Luís, após cair de uma van durante um assalto que estava ocorrendo no veículo em que ela estava.

Segundo os familiares da vítima, Mikaelly Ashlley estava voltando para a sua residência localizada na Vila Sarney Filho, na região do bairro Maiobão, na capital, quando os criminosos que estavam se passando por passageiros anunciaram o assalto.

Nervosa, Mikaelly Ashlley Rodrigues caiu do veículo que ainda estava em movimento ao tentar fugir da ação criminosa. Mikaelly Ashlley bateu com a cabeça no asfalto e sofreu um traumatismo craniano. Por conta da gravidade dos ferimentos, a jovem não resistiu e morreu ainda no local do acidente.

Por blogh 11 de julho de 2019 0

PREFEITO LUCIANO VISTORIA MAIS UM RAIO X QUE COMEÇA A FUNCIONAR A PARTIR DESTA TERÇA NO CEMP EM PINHEIRO

O Prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, esteve visitando o Centro de Especialidades Médicas de Pinheiro – CEMP acompanhado do Secretário de Saúde, Fred Lobato e dos vereadores Alessandro, Ednildo e Paulinho Enfermeiro para vistoriar o funcionamento de mais um Raio X no município.

Na ocasião o Prefeito conversou com a população, acompanhou o teste do aparelho e conversou com médicos que faziam atendimento naquele momento. Vários pacientes estavam consultando com o médico cardiologista Dr. Ribamar Alves.

Luciano também conversou com os técnicos que estão fazendo a montagem do mamógrafo digital do CEMP e os reparos para funcionamento do tomógrafo que foi recebido da gestão passada sem funcionamento.

Todos as peças e reparos necessários estão sendo realizados no aparelho para que volte funcionar o mais breve possível para atender a gigantesca demanda que triplicou depois que o exame parou de ser realizado no Macrorregional por problemas técnicos. Em breve já estará disponível para a população o mamógrafo dentro do CEMP; a sala já está nos ajustes finais para instalação do equipamento.

O segundo tomógrafo que foi adquirido pela gestão do Prefeito Luciano irá funcionar dentro do Centro de Imagem de Pinheiro onde serão disponibilizados todos os exames de imagem para a população.

Por blogh 10 de julho de 2019 0

MORRE PAULO HENRIQUE AMORIM AOS 77 ANOS

O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu, na madrugada desta quarta-feira (10), aos 77 anos. O jornalista deixou o legado para a comunicação brasileira.

Amorim estava em casa, no Rio de Janeiro, quando sofreu um infarto fulminante — informação confirmada pela mulher dele.

Na noite da terça-feira (9), o jornalista havia saído para jantar com amigos.

Paulo Henrique Amorim estava na Record TV desde 2003. Antes, passou por diversos jornais, revistas e emissoras de televisão do país.

Nascido em 22 de fevereiro de 1942, Paulo Henrique estreou no jornal A Noite, em 1961. Depois foi trabalhar em Nova York, como correspondente internacional da revista Realidade e, posteriormente, da revista Veja.

Na televisão, passou pela extinta TV Manchete e pela TV Globo, também como correspondente internacional em Nova York.

Em 1996, deixou a TV Globo e foi para a TV Bandeirantes, onde apresentou o Jornal da Band e o programa Fogo Cruzado. Depois, foi para a TV Cultura.

Em 2003, foi contratado pela Record TV, onde apresentou o Jornal da Record segunda edição. No ano seguinte, ajudou a criar a revista eletrônica Tudo a Ver na emissora. Em 2006, assumiu a apresentação do Domingo Espetacular, onde ficou até junho deste ano.

Amorim deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro.

Por blogh 10 de julho de 2019 0

FLÁVIO DINO DIZ QUE EXISTEM TRÊS HIPÓTESES EM 2020 PARA SEU FUTURO POLÍTICO

O Jornal Pequeno questionou o governador Flávio Dino nesta segunda-feira (08) sobre qual seu futuro político nas eleições de 2022…

Dino responde:

“Neste momento, meu foco número 1, meu foco principal, meu foco que me move de manhã, de tarde e de noite é a tarefa de continuar transformando o Maranhão e melhorando a vida da população. É claro que, lá adiante, em 2022, nós teremos mais um processo eleitoral, se Deus quiser. E eu estarei participando dele. Poderei participar de três formas. Primeira hipótese: continuando no governo do Maranhão até o final do meu mandato. É uma hipótese. O ex-governador Ricardo Coutinho, da Paraíba, fez isso e hoje preside a Fundação João Mangabeira, do PSB. O ex-governador José Reinaldo também fez isso. É uma hipótese. Segunda hipótese: saio em abril de 2022 e me candidato a um cargo no Congresso Nacional: ou no Senado ou na Câmara. Terceira hipótese: em havendo algum tipo de articulação nacional, no campo da esquerda, no campo popular democrático, e isso resultando numa convergência ampla, que é a minha tese, em torno de determinados nomes que consigam de um modo unificado representar o nosso pensamento, e se eu tiver a possibilidade de ser um desses nomes, é claro que poderei desempenhar esta tarefa. Mas não é algo que eu planeje como foco principal e exclusivo. Porque, simplesmente, não depende de mim.”

Por blogh 10 de julho de 2019 0