MARANHÃO TEM O TERCEIRO MENOR IMPOSTO SOBRE A GASOLINA EM TODO O BRASIL

Fiscalização nos postos de combustível. (Foto: Divulgação)

O Maranhão é o Estado que tem a terceira carga tributária mais baixa sobre a gasolina em todo o país. Isso se reflete no preço da gasolina para o consumidor nas bombas, que é o mais barato no território nacional.

A carga tributária – que está diretamente ligada ao ICMS – no Maranhão só não é menor que a de Santa Catarina e São Paulo.

“Nós temos uma carga tributária incidente sobre o combustível menor que a da maioria dos Estados porque temos o menor preço médio e uma alíquota também baixa, na comparação com as demais unidades federativas”, diz o secretário de Estado da Fazenda, Marcellus Ribeiro.

Fiscalização

Entre os fatores que fazem com que a gasolina seja mais barata no estado, também está a fiscalização para o combate a fraudes com combustíveis, realizada pelo Instituto de Proteção e Defesa do Cidadão e do Consumidor (Procon/MA) e pelas polícias.

GOVERNO DISCUTE AÇÕES PARA AMENIZAR EFEITOS DA CRISE FEDERAL DE COMBUSTÍVEIS

Reunião para discutir crise Federal dos combustíveis (Gilson Teixeira)

O governador Flávio Dino recebeu, nesta sexta-feira (25), diretores e presidentes de órgãos públicos, sindicatos, empresas privadas e das Forças Armadas para discutir ações que amenizem, em âmbito estadual, os efeitos da crise federal de combustíveis, com a paralisação dos caminhoneiros nas estradas. A intenção é garantir serviços essenciais para a população, como transporte público coletivo, segurança, serviços de saúde e coleta de lixo.

“A situação deriva de um problema nacional, mas demanda uma reflexão conjunta, para garantir o fluxo normal dos serviços públicos em todo o Maranhão”, disse o governador Flávio Dino.

Para o secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela, a reunião denota a preocupação do Governo do Estado em atender às necessidades básicas do cidadão maranhense. “A posição do Governo é de atender a população. Com essa reunião fizemos uma análise de todo o problema e definimos a atuação das partes, para serem praticadas de modo integrado. Isso será feito com diálogo e ações, de modo a permitir a tranquilidade que queremos para o nosso estado”, garantiu.

As estratégias discutidas na reunião visam expandir o acesso aos serviços públicos em todo o estado. Ted Lago, presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), que gerencia o Porto do Itaqui, afirma que o trabalho emergencial foi iniciado em São Luís e deve se estender para o interior a partir deste sábado (26). “Nós já iniciamos uma estratégia especial para garantir o transporte urbano, ferry-boat, além da coleta de lixo na capital. Vamos trabalhar para ampliar o que já estamos fazendo”, disse.

Representante da BR Distribuidora, Valmir Oliveira destaca que a reunião demonstra a preocupação do Governo em minimizar os impactos da crise federal. “É muito importante essa convocação por parte do governador Flávio Dino. Mostra que todo o estado está preocupado em garantir os serviços públicos, em fazer as cidades rodarem normalmente. Esse é o caminho, todos envolvidos para o bem comum”, assegurou.

Também estiveram presentes na reunião o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior; o secretário-chefe da Casa Civil, Rodrigo Lago; o secretário de Indústria e Comércio, Expedito Júnior; o secretário de Comunicação e Assuntos  Políticos, Edinaldo Neves; o comandante da Polícia Militar do Maranhão, Coronel Luongo; o comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Célio Roberto; o presidente da Agência Estadual de Mobilidade, Lawrence Melo; o procurador-geral do Estado, Rodrigo Maia; representantes das empresas privadas Raízen e Ipiranga e diretores do Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Maranhão (SindCombustíveis) e Sindicado das Empresas de Transporte de São Luís (SET).

MARANHÃO POSSUI MAIS DE 450 MÁQUINAS DISPONÍVEIS PARA O SERVIÇO DE HEMODIÁLISE

Equipamentos para realização de hemodiálise beneficiam pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica graves. (Foto: Francisco Campos e Julyane Galvão/SES)

O Governo do Estado tem aumentado progressivamente a rede de tratamento nefrológico em todo o Maranhão. Para garantir a assistência integral e gratuita de pacientes renais crônicos através do Sistema Único de Saúde (SUS), 458 máquinas de diálise estão em funcionamento no estado, somando as da gestão municipal e estadual. Além destes equipamentos, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) firmou convênio com o município de Floriano (Piauí) e empresa privada para atendimento de 85 pacientes da região de Açailândia.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente, cerca de 100 mil doentes renais crônicos precisam de tratamento de Terapia Renal Substitutiva no país – 85% assistidos exclusivamente pelo SUS. Um dos principais fatores de risco para doença renal crônica é a diabetes e a hipertensão.

“Temos, atualmente, 13 unidades habilitadas para o serviço de hemodiálise para atender o SUS na capital e no interior, somando uma capacidade instalada de mais de 35 mil sessões por mês. Também firmamos o convênio com a cidade de Floriano. As ações e investimentos da gestão Flávio Dino são no sentido de garantir e expandir a linha de cuidados aos pacientes crônicos”, afirma o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

As 13 unidades estão instaladas em São Luís (5), Pedreiras (1), Bacabal (1), Imperatriz (2), Caxias (1), Timon (1), Codó (1) e Açailândia (1). Funcionando em três turnos, a capacidade total de pacientes é 2.748.

A SES tem adotado todas as medidas possíveis para garantir a entrega de novas unidades em diferentes regiões do estado, para fortalecer a rede de cuidados. Dentre elas, a construção de sete centros de hemodiálise, dos quais três estão previstos para serem entregues em 2018 nas cidades de São Luís, Pinheiro e São José de Ribamar.

“Compreendendo a necessidade e pela demanda de pacientes, o Estado investiu na cobertura no interior. Na capital, além do serviço no Hospital Carlos Macieira, estamos contratualizando 40 máquinas na rede privada, que já foi licitado. As empresas já foram credenciadas e estamos na fase de fazer a visita técnica para saber se as instalações físicas atendem ao nosso critério das portarias ministeriais que regem esse tipo de tratamento”, informa a secretária adjunta de Assistência à Saúde da SES, Carmen Belfort.

VEJA QUEM SÃO AS VÍTIMAS DA COLISÃO ENTRE ÔNIBUS E AUTOMÓVEL QUE DEIXOU CINCO MORTOS NA BR-135

A polícia Rodoviária Federal confirmou que cinco pessoas morreram em um acidente, nesta quinta-feira (24), na BR 135. O motorista, Antônio Carlos Ferreira Rodrigues com os ocupantes, Robson Sandro Melo, José de Ribamar Rodrigues Filho e o casal Edison Lopes e Maria de Fátima Sousa Lopes estavam saindo de Arari em um carro de passeio, Gol de cor preta, quando foram atingidos por um ônibus da empresa Guanabara que vinha de Fortaleza.

Parte do grupo que estava no carro, que ficou totalmente destruído, seguia para um tratamento de hemodiálise em São Luís. O motorista Antônio Carlos costumava transportar, nas terças-feiras, quintas e aos sábados, os moradores da cidade de Arari à capital  para tratar doenças renais.

AS PATRANHAS QUE FIZERAM ROSEANA, QUATRO VEZES, GOVERNADORA DO MARANHÃO

Jornalista listou escândalos e outras maracutaias que não se pode esquecer dos governos Roseana…

Por Manoel Dos Santos Neto.

Na campanha de 1994, Roseana saiu pela primeira vez candidata ao Governo do Estado. Na época, ela prometeu um programa para mover o Maranhão pelo desenvolvimento, torná-lo pólo de novas fábricas, novos empregos, novas tecnologias e oportunidade de trabalho para todos, principalmente para a juventude. Enfim, Roseana prometeu: preparar o Maranhão para o século XXI.

Pois reveja aqui alguns escândalos dos governos Roseana Sarney nos seus quatro mandatos: 1995-1998, 1999-2002, 2009-2010 e 2011-2014. São escândalos e outras maracutaias que não se pode esquecer. Eis aqui apenas parte da imensa lista:

Caso Reis Pacheco – Um personagem fictício – um tal Anacleto Reis Pacheco – acusou Cafeteira, na reta final da campanha de 1994, de ser autor de um crime hediondo: tortura, assassinato e ocultação do cadáver do ferroviário José Raimundo dos Reis Pacheco. Tudo mentira. Uma farsa grotesca, desmascarada pela oposição, mas quando a campanha já estava praticamente encerrada no rádio e na televisão.

Operação Granville – No mês de abril de 1994, a revista ‘IstoÉ’ circulou, nas principais cidades do Maranhão, com apenas uma chamada na capa: “Escândalo. Carrões & milhões. A fortuna acumulada pelo ex-governador Cafeteira e suas relações com empreiteiras do Maranhão”.

Na verdade, esta edição da ‘IstoÉ’, de número 1281, foi editada com duas capas. Uma destinada ao Centro-Sul, com a manchete ‘Acuse primeiro, pergunte depois’, e outra ao Norte e Nordeste, com a manchete que faz grave denúncia contra Cafeteira, acusado de enriquecimento suspeito e de uma famigerada ‘Operação Granville’, por meio da qual ele teria transportado, de São Luís para o Rio de Janeiro 172 milhões de cruzeiros, o equivalente, na época, a US$ 1 milhão.

Estrada fantasma Arame-Paulo Ramos – Roseana Sarney mandou pagar 33 milhões de dólares por uma estrada nunca construída, favorecendo seu irmão Fernando.

Golpe da fábrica de Rosário – Roseana e o chinês Chhai Kwo Chheng levantaram 24 milhões do dólares no Banco do Nordeste para implantar um pólo têxtil.Enganaram mais de quatro mil pessoas pobres da região do Munin.

Golpe da fábrica de São Luís – A dupla levantou 30 milhões de dólares e aplicou o mesmo golpe na Capital.

Balela do Telensino – Também conhecido por Telengano, Roseana aplicou na Rede Globo mais de R$ 150 milhões e quase nada acrescentou à educação de milhares de jovens e adultos.

Golpe da Usimar – Desvio de mais de R$ 45 milhões que seriam para a instalação de uma fábrica de autopeças, que nunca saiu do papel.

Projeto Italuís – Roseana e as construtoras Gautama e OAS enterraram 150 milhões de dólares destinados à duplicação do Projeto Italuís. A obra não foi realizada e a falta de água acabou se tornando um grave problema.

Caso Lunus – A Polícia Federal prendeu na Lunus (empresa de Roseana e o marido Jorge Murad) R$ 1,340.000,00 de origem nunca esclarecida. Sete versões foram dadas. Nenhuma convincente.

Lavagem Banco Santos – Roseana e Jorge Murad simularam um empréstimo de R$ 4,5 milhões no Banco Santos para resgatar 1 milhão e meio de dólares que possuíam no exterior.

Operação Boi Barrica – Investigação da Polícia Federal apurou saque de R$ 2 milhões em espécie feito por Fernando Sarney. Dinheiro seria para financiamento da campanha de Roseana, em 2006.

Lagoa da Jansen – Quando ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, passou R$ 80 milhões à irmã para “obras de despoluição e recuperação ambiental e sanitária da Lagoa da Jansen”, que nunca foram realizadas.

Privatização do BEM – Roseana tomou empréstimo de R$ 333 milhões ao Banco Central para “sanear” Banco do Estado do Maranhão. O BEM faliu e foi vendido por R$ 78 milhões para o Bradesco.

Fepa e Capof – Roseana aplicou irregularmente no falido Banco Santos (de propriedade do seu padrinho de casamento Edemar Cid Ferreira) mais de R$ 5 milhões da Caixa de Assistência Previdenciária dos Funcionários do Banco do Estado do Maranhão (Capof) e mais de18 milhões do Fundo Estadual dos Aposentados do Estado (Fepa).

Salangô – Enterrou R$ 54 milhões no projeto de irrigação Salangô, em São Mateus. E empreiteira baiana Coesa não deu conta do serviço.

Desmonte na Agricultura – Roseana sucateou a Emater, Copema, Codagro, Comab, Emapa e todo o sistema de Agricultura do Estado.

Abandono da educação – Em sete anos, Roseana construiu somente três escolas. Ao sair em 2002, havia segundo grau em apenas 57 municípios; o Estado levaria 50 anos para atingir a média nacional de acesso ao ensino superior e 17 anos para acesso ao ensino fundamental. Deixou uma taxa de 23,8% de analfabetismo.

Milhões para a Mirante – O Sistema Mirante (rádios, televisões e jornais), de propriedade dos filhos de Sarney) recebe milhões de reais da verba de propaganda e publicidade do Governo. Só este ano, Roseana gastou mais de R$ 31 milhões em propaganda.

Abuso na Fapema – Enquanto professores, pesquisadores e estudantes têm dificuldade de financiamentos para trabalhos científicos, cabos eleitorais de Roseana são pagos como bolsistas.

Nomeada por ato secreto – Lá em 1985, através de ato secreto, Roseana foi nomeada, sem concurso, para o Senado.

Mordomo pago pelo Senado – “Secreta”, mordomo de Roseana, recebia salário de R$ 12 mil pago pelo Senado, presidido por José Sarney.

Passagens aéreas para carteado – Roseana usou passagens aéreas do Senado para grupo de amigos carteadores viajar a Brasília para jogatina na residência oficial do então presidente do Senado, na área mais nobre da Capital Federal.

Farra da dispensa de licitação – O Governo Roseana transferiu milhões de reais, com dispensa de licitação, aditivos e outros artifícios, para conhecidas empresas que formaram caixa 2 de campanhas. Só na Secretaria de Saúde (operada por Ricardo Murad), dois terços do orçamento foram gastos com dispensa de licitação.

Golpe do Seguro – O ex-secretario de Administração de Roseana, Luciano Moreira, assinou suspeito contrato (com dispensa de licitação) com a empresa Mapfre, no valor de R$ 58 milhões, para emitir apólices de seguro de vida para servidores.

Trem da mentira – O marqueteiro Duda Mendonça ganhou na moleza. Seu trabalho em 2010 era atualizar as promessas enganosas feitas por Roseana em eleições passadas. A novidade era um trem carregado de mentiras que abria a propaganda dela na TV.

Estado pobre, família bilionária – Os desgovernos dos Sarney reduziram o Maranhão em um dos Estados mais pobres. Em contrapartida, produziram uma das famílias mais ricas do Brasil, com patrimônio estimado em R$ 250 milhões. Não há um só mês que o clã Sarney não seja assunto do noticiário, envolvido em lavagem de dinheiro, aquisição fraudulenta de imóveis, tráfico de influência, uso da máquina pública e crimes de toda natureza,

A Musa do Tapetão – A família Sarney tomou o Governo por força de um golpe judicial, que destituiu Jackson Lago, legítimo governador do Maranhão. A Musa do Tapetão, agora em 2018, anunciou que “vai pra cima”.

Flávio Dino recebe a visita de banco chinês para consolidar financiamento das obras da Refinaria de Bacabeira

“Esta é uma necessidade do país”, diz secretário sobre refinaria em Bacabeira. (Foto: Karlos Geromy)

Nesta semana, o governador Flávio Dino recebe a visita de representantes do China Development Bank (CDB), dando mais um passo na concretização dos investimentos direcionados à expansão da infraestrutura do Maranhão. Acompanhados de diretores e especialistas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o encontro servirá para oficializar o apoio financeiro da instituição chinesa para a construção da Refinaria Premium, em Bacabeira.

Estimada entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões, as obras do complexo petroquímico devem levar três anos para serem concluídas e concretizará a proposta do Governo do Estado de transformar a região no novo cinturão industrial do Nordeste, gerando 14 mil empregos diretos e indiretos para os maranhenses.

O projeto está alinhado com a necessidade e a estratégia do Brasil de fornecer combustível refinado nos próximos anos, como explica o Secretário de Estado de Programas Especiais (SEPE), Pierre Januário.“Estamos atuando na articulação para que a refinaria aconteça da melhor forma, no menor espaço de tempo possível, entendendo que esta é uma necessidade do país”, afirma.

Com a maior parte das refinarias concentradas nas regiões Sul e Sudeste brasileiro, a Refinaria Premium também ampliará a capacidade de fornecimento de combustíveis e derivados para a região Nordeste, contribuindo também com a ampliação da infraestrutura e da capacidade logística nacional, aproveitando a localização estratégica e o potencial do Estado para o comércio exterior.

“Estamos trabalhando com a proposta de criação não apenas da refinaria, mas de um polo petroquímico que será formado por inúmeras outras empresas, que se alimentarão dos insumos, gerando a circulação de um montante quatro vezes maior que o investimento inicial e que proporcionará 10, 20 vezes mais empregos que aqueles criados pela obra”, afirma Pierre Januário.

CDB

Considerado um dos maios bancos de financiamento público do mundo, o CDB – banco chinês equivalente ao BNDES – oferecerá linhas de crédito a empresas chinesas interessadas em fornecer tecnologias para consolidação do Complexo, por meio de empréstimos diretos ou outros serviços financeiros, a exemplo da CBSteel, que já realizou visitas ao Estado em março deste ano. Além do apoio do BNDES e de empresas nacionais, as obras contarão com a participação de outros investidores internacionais.

Visita

Realizada em dois dias, a agenda dos representantes brasileiros e chineses incluirá a visita à Vale, à Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) e ao Complexo estuarino de São Marcos, considerado fundamental para a navegação marítima entre a ilha de São Luís e o oeste do Maranhão.

Festa do Divino de Alcântara encerra com anúncio de reforma e criação de casas de cultura

A Festa do Divino Espirito Santo de Alcântara, uma das mais tradicionais do Brasil, foi encerrada neste domingo com a realização da tradicional Missa de Pentecostes do Divino. Foto: Nael Reis/Secap

A Festa do Divino Espirito Santo de Alcântara, uma das mais tradicionais do Brasil, foi encerrada neste domingo (20) com a realização da tradicional Missa de Pentecostes do Divino, realizada na Igreja do Carmo, e o anúncio de obras de reforma e criação de novas casas de cultura pelo Governo do Estado.

Presente no encerramento, o governador Flávio Dino destacou a importância religiosa e cultural da festa.

“Nós valorizamos a cultura do Maranhão, por isso apoiamos todas as festas tradicionais do nosso estado. É um vetor importante para o desenvolvimento regional com a geração de empregos e oportunidades de trabalho, além da dimensão religiosa, que nós temos a visão de que o Estado tem o dever de apoiar todas as correntes filosóficas e fazemos isso de modo amplo”, afirma o governador.

Ainda durante a missa, Dom Hélio Rama, bispo da Diocese de Pinheiro, falou sobre a importância da presença do governador Flávio Dino na Festa do Divino. “Essa presença nos anima, nos ajuda para encontrarmos caminhos que nos mostram um futuro mais seguro, mais garantido para cada um de nós”.

A Festa do Divino de Alcântara é realizada há mais de três séculos e tem contado com o apoio do Governo do Maranhão, por meio da Secretária de Estado de Cultura e Turismo (Sectur), nos últimos anos.

Em 2018, aproximadamente R$ 300 mil foram doados para a realização da festa, que lotou becos e ruas da cidade histórica durante os 12 dias de festa. “O Governo do Estado vem apoiando a Festa do Divino nos últimos anos e esse ano continuamos com a valorização dessa festa que é reconhecida internacionalmente”, afirma o secretário da Cultura e Turismo, Diego Galdino.

O prefeito de Alcântara, Anderson Wilker, fez questão de agradecer o apoio e a realização de ações do Governo do Estado na cidade. “O estado tem sido um grande parceiro em várias ações no município de Alcântara e na Festa do Divino não foi diferente. Agradecemos o apoio do Governo não só na festa, mas em todas as ações que estão sendo feitas”.

Casas de Cultura

Durante o encerramento da festa, o Governo do Estado anunciou o início da reforma da Casa do Divino, que abriga a Casa da Imperatriz ou do Imperador (dependendo da escolha do ano) e a reforma e instalação fixa da Casa do Mordomo Régio, que atualmente funciona de forma improvisada e dependendo de doações do espaço.

Haroldo Júnior, um dos organizadores da festa, destaca a importância de ter um espaço próprio para abrigar os pertences do Mordomo Régio e dos Mordomos Baixos.

“Essa é mais uma comprovação que a Festa do Divino de Alcântara merece ser perpetuada, merece o apoio e tem tudo para continuar com essa tradição que eleva ainda mais o potencial da cidade de Alcântara pela fé que move os moradores a realizarem a festa, pela atração de turistas e que consegue fazer um ciclo de renovação a cada ano”, destaca Haroldo.

Com o anúncio, a casa que abrigou a festa esse ano será a sede fixa, onde também funcionará o Museu do Mordomo Régio durante o resto do ano.

Presente no encerramento, o governador Flávio Dino destacou a importância religiosa e cultural da festa. Foto: Nael Reis/Secap

COM AJUDA DO PREFEITO JOÃO LUCIANO, O VEREADOR JOÃO MORAIS E EQUIPE CONSEGUIRAM FAZER TODAS AS OPERAÇÕES NA BARRAGEM DO PERICUMÃ.

Não é de hoje que a comporta do Rio Pericumã enfrenta sérios problemas na estrutura. Ela foi inaugurada em 1982 e em 36 anos de funcionamento, nunca foi reformada em sua totalidade, sendo realizada apenas reparos organizados pelo vereador João Raimundo Morais e que agora com o apoio da prefeitura de Pinheiro, vem de forma paliativa, driblando os problemas. Sem manutenção adequada, a barragem que é considerada uma das maiores obras sociais da região, está fadada à ruína.

A estrutura de ferro da obra está corroída pela ferrugem, gasta pelo tempo, comprometida pela falta de manutenção. a erosão se encarregou de gravar nas grandes peças de concretos sua impiedosa força destrutiva. Na parte mecânica as peças nunca foram trocadas satisfatoriamente e os mecanismos emperrados apenas dificultam os trabalhos que os poucos que se preocupam tentam fazer.

A barragem foi construída no final dos anos 1970, pelo extinto Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS). A obra foi inaugurada com o objetivo de represar a água doce do Pericumã e impedir a invasão da água salgada.

Panfleto de inauguração da comporta

O vereador João Morais vem ao longo dos anos realizando um trabalho crucial para tentar deixar a comporta em um nível de execução funcional pelo menos, agora, com a ajuda da Prefeitura de Pinheiro e sempre com o pensamento positivo, o parlamentar não perde a esperança e nas redes sociais declarou:

“Estamos fazendo o que Deus nos permite, e as condições da precária barragem do Pericumã nos oferece, para fazer as operações nas comportas, para que não haja enchentes e ao mesmo tempo que tenhamos água abundante no período de seca. Um abraço do vereador João Morais. Que Deus nos ajude!

UNIÃO ENTRE PDT E PSB POTENCIALIZA CANDIDATURA DE FLÁVIO DINO NO MARANHÃO

PSB oferece três nomes para compor a chapa do pré-candidato, Ciro Gomes. Foto: Jornal Pequeno

Após a desistência do ex-ministro Joaquim Barbosa de concorrer à Presidência da República nas eleições de 2018, o PSB ofereceu, na última quarta-feira (16), três nomes para compor a chapa do pré-candidato, Ciro Gomes (PDT).

Os indicados foram o deputado federal mineiro Júlio Delgado; o ex-prefeito de Belo Horizonte (2009 a 2016), Márcio Lacerda; e o deputado federal paranaense, Luciano Ducci, que também foi prefeito de Curitiba entre 2010 e 2012, após renúncia de Beto Richa para concorrer ao governo estadual.

Os nomes foram apresentados pela cúpula do PSB em reunião com lideranças pedetistas, na casa do líder do partido na Câmara, Wewerton Rocha (MA). A maioria da bancada do PSB aprova a coligação com o ex-governador cearense.

A união entre PDT e PSB potencializa a candidatura à reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão. A coligação dos dois partidos de esquerda fortalece a disputa para que Ciro Gomes esteja no segundo turno das eleições, brigando diretamente com a candidatura apoiada pelo MDB, presidente Michel Temer, ex-senador José Sarney e cia.

Muito amigo do governador Flávio Dino, Ciro Gomes aparece, na última pesquisa CNT/MDA, com 9% das intenções de voto e é tido por muitos analistas como o principal herdeiro dos votos do ex-presidente Lula (PT), caso este seja impossibilitado pela Justiça de concorrer.

Ambos os partidos também fazem da base de sustentação do governador Flávio Dino.

ANALFABETISMO CAI NO BRASIL, MAS 11,5 MILHÕES NÃO SABEM LER, DIZ IBGE

Resultado de imagem para analfabetismo no brasil segundo ibge

Total de pessoas que sabiam ler cresceu apenas 0,2 ponto percentual em 2017

 
A taxa de analfabetismo no país ficou estagnada entre 2016 e 2017, mostrou pesquisa divulgada nesta sexta-feira (18) pelo IBGE. O Brasil encerrou o ano passado com 11,5 milhões de analfabetos, 300 mil a menos do que tinha em 2017.
O percentual de pessoas de 15 anos ou mais que não sabia ler ou escrever ao final de 2017 era de 7%, contra taxa de 7,2% um ano antes. Apesar da pequena queda, estatisticamente o movimento é de estabilidade.
Os dados fazem parte do módulo de educação da Pnad Contínua, pesquisa de abrangência nacional do IBGE, que coleta amostra de 211 mil domicílios em todo território nacional. No ano passado, o instituto havia divulgado pesquisa com nova compilação de dados e com maior área de cobertura.
Na ocasião não era possível comparar os resultados com os de anos anteriores. A pesquisa divulgada nesta sexta é a primeira com possibilidade de comparações anuais. A taxa de analfabetismo não apresentou grandes mudanças entre 2016 e 2017 nas cinco faixas etárias pesquisadas pelo IBGE.
A maior queda foi observada na faixa de 60 anos ou mais, justamente a que concentra o maior percentual de analfabetos no país, de 19,3% em 2017, contra 20,4% —queda de 1,1%. Nas demais faixas, o recuo não supera 0,5%.
Apesar da leve redução, não houve mudança significativa na desigualdade expressa no indicador, quando considerados cor ou sexo dos brasileiros. O percentual de analfabetos, em 2017, entre negros e pardos (9,3%) ainda é mais do que o dobro do de brancos (4%). A situação, portanto, é a mesma observada em 2016, com tímidas quedas de 0,2 ponto percentual entre brancos e 0,6 ponto percentual, entre negros e pardos.
A investigação por raça ou cor passou a ser feita pela primeira vez no ano passado. O resultado da pesquisa mostrou que os brancos têm mais acesso à educação no país do que negros. Populações mais velhas têm também o maior contingente de analfabetos, o que denota dificuldade para alfabetizar pessoas com escolaridade atrasada. ​
A pesquisa expõe também a desigualdade regional no acesso à educação. Enquanto o Sudeste e o Sul têm a menor taxa de analfabetismo, de 3,5%, o indicador no Nordeste supera em mais de quatro vezes, em 14,5% em 2017. Não houve variação expressiva entre os anos.
A taxa de analfabetismo entre homens era maior (7,1%) do que entre as mulheres (6,8%) no ano passado. Também nesse caso, a variação anual não é estatisticamente expressiva —de 0,3 ponto no caso deles e de 0,2, no delas.